Em palavras simples: Juros calculados sobre o capital inicial e também sobre os juros acumulados de períodos anteriores.
Os juros compostos são o motor do investimento de longo prazo. Como os ganhos de cada período são somados à base, os retornos futuros incidem sobre um montante cada vez maior, e não apenas sobre o valor inicial. Ao longo de muitos anos, este efeito de bola de neve pode transformar contribuições modestas e regulares numa soma bastante maior.
Como funcionam realmente os juros compostos?
Imagine um montante que cresce a uma taxa estável todos os anos. No primeiro ano ganha um retorno sobre a sua contribuição; no segundo, ganha sobre essa contribuição mais o ganho anterior, e assim sucessivamente. Quanto mais tempo o capital é mantido, mais a curva se inclina para cima, razão pela qual o tempo é o ingrediente mais poderoso.
Porque é que o tempo importa mais do que o montante?
Começar mais cedo costuma superar contribuir mais tarde, porque cada ano adicional dá mais espaço à bola de neve para crescer. Uma combinação diversificada de classes amplas, como ações globais e obrigações, permite reinvestir e compor os retornos, embora os resultados reais variem e nunca sejam garantidos.
Pontos-chave
- Os juros compostos rendem sobre o capital e também sobre os ganhos anteriores.
- O tempo no mercado costuma ser mais decisivo do que o montante exato investido.
- Reinvestir os retornos faz a curva de crescimento acelerar no longo prazo.